Descontando a inexplicável e misteriosa problema de resolução da máquina...
Local de divagações de vária índole. Política, Filosofia, Economia, Religião, Música, Cinema, mera escrita pessoal. Um conjunto de impressões individuais ao sabor da inspiração do momento, apenas com uma preocupação: o politicamente incorrecto, sinal de sanidade mental. Der Hexenhammer - MALLEUS MALEFICARUM, Maleficas, & earum hæresim, ut phramea potentissima conterens
Número total de visualizações de páginas
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Relatos nocturnos de Vilnius - 1 de Setembro
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Uma nova faceta do Outono lituano
Primeiro dia de neve na fria Lituânia, com a companhia de um alemão e de uma máquina com pouca bateria(desculpa rasca para a má qualidade das fotografias)
Simples descrições lituanas em fotos
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Simples descrições lituanas
Visão da janela do quarto da residência: um largo parque automóvel onde, noite sim, noite não, ou noite sim e noite sim, existem exibições de carros a deslizarem em peões ou em espécies de drift's com muito barulho de rodas a derraparem. Um início de bosque onde se ouve uns tiros, pelo menos uma vez; um edificio com ar moderno e, mais ao lado, o edifício branco da Mykolas Romeris Universitetas.
Visão perto da residência, depois de virar à direita quando se sai: uma estrada que mostra que estamos na zona que arrisca-se a ser considerada já como suburbana. Semáforos para peões que são iguais aos sinais para os carros; um objecto amarelo colado aos postes onde se carrega e começa uma luz vermelha a piscar com letras vermelhas a dizerem: "Laikité", ou seja, meter o semáforo para os peões verdes. Mais à frente um restaurante, com ar inocente. Entra-se, vira-se à esquerda, sentamo-nos, grelha à nossa frente, homem que aviva à brasa com um secador de cabelo.
Visão perto da residência, depois de virar à esquerda quando se sai: uns belos jardins pequenos, onde se passa por mais uma universidade. Continua-se em frente, passamos uns blocos residenciais à direita; descemos umas escadas e encontramos uma estrada larga, suburbana pois. À direita, bem ao fundo, consegue-se ver os quatro arranha-céus do centro económico e ao fundo, o centro da cidade. À frente dos nossos olhos, do outro lado da rua, dois dos sítios que mais vamos frequentar: IKI e a paragem do 10.
Visão do centro histórico da Vilnius: Old Town em inglês; Senamiestis em Lituano. Centro histórico, cheio de pessoas a passear porque estamos em finais de Agosto e anda está um calor interessante. Primeiro monumento: Arkitatedra, uma catedral com estátuas em gesso. Seguimos, sem sabermos para onde vamos. Ultrapassamos a praça central, ao lado da Arkitatedra, e subimos por uma rua com uma data de esplanadas e restaurantes. Uma pessoa é envolta numa manta, oferecida por instantes pelos empregados do dito restaurante. A rua é a subir, as placas indicam igrejas e mais igrejas. Vemos pela primeira vez: as lojas de âmbar, uma autêntica produção nacional nas terras do Báltico. O dia passa, estou longe de ti, demasiado longe. As saudades aumentam e o amor por ti continua a alimentar o meu coração.
Visão perto da residência, depois de virar à direita quando se sai: uma estrada que mostra que estamos na zona que arrisca-se a ser considerada já como suburbana. Semáforos para peões que são iguais aos sinais para os carros; um objecto amarelo colado aos postes onde se carrega e começa uma luz vermelha a piscar com letras vermelhas a dizerem: "Laikité", ou seja, meter o semáforo para os peões verdes. Mais à frente um restaurante, com ar inocente. Entra-se, vira-se à esquerda, sentamo-nos, grelha à nossa frente, homem que aviva à brasa com um secador de cabelo.
Visão perto da residência, depois de virar à esquerda quando se sai: uns belos jardins pequenos, onde se passa por mais uma universidade. Continua-se em frente, passamos uns blocos residenciais à direita; descemos umas escadas e encontramos uma estrada larga, suburbana pois. À direita, bem ao fundo, consegue-se ver os quatro arranha-céus do centro económico e ao fundo, o centro da cidade. À frente dos nossos olhos, do outro lado da rua, dois dos sítios que mais vamos frequentar: IKI e a paragem do 10.
Visão do centro histórico da Vilnius: Old Town em inglês; Senamiestis em Lituano. Centro histórico, cheio de pessoas a passear porque estamos em finais de Agosto e anda está um calor interessante. Primeiro monumento: Arkitatedra, uma catedral com estátuas em gesso. Seguimos, sem sabermos para onde vamos. Ultrapassamos a praça central, ao lado da Arkitatedra, e subimos por uma rua com uma data de esplanadas e restaurantes. Uma pessoa é envolta numa manta, oferecida por instantes pelos empregados do dito restaurante. A rua é a subir, as placas indicam igrejas e mais igrejas. Vemos pela primeira vez: as lojas de âmbar, uma autêntica produção nacional nas terras do Báltico. O dia passa, estou longe de ti, demasiado longe. As saudades aumentam e o amor por ti continua a alimentar o meu coração.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Vilnius, primeiros dias
Chegados ao destino final, porém, não o finalíssimo; cada um para seu lado, na direcção do seu hostel acompanhado pelo seu mentor(mentora no meu caso). Primeira visão de Vilnius, capital da Lietuva: céu nublado, chuva miudunha a cair e táxis pretos com uma data de números na carroçaria, num desfile esquisito querendo dizer um contacto. Deixado no Filaretai Hostel, apenas por pequenos minutos até ser novamente buscado pela mentora para um pretenso encontro entre mentores e alunos. Parados numa praça da cidade velha, esperamos; uma checa ao meu lado com o seu aspecto de rebelde, num inglês perfeito, explica algo que já não me lembro. Desistimos de uma boa ideia, a chuva afastou-os a todos, e sigo novamente para a pousada. Noite tranquila, falando contigo, tentar matar as saudades; a meio, encontro um grupo de portugueses, viajados de carro, e que iriam para os lados russos da Europa.
Dia seguinte, 24 de Agosto, primeira viagem pela cidade de carro. Cidade de média dimensão, parece maior que Lisboa(não a metropolitana, mesmo Lisboa, Lisboa), não tanto movimento de carro; mas carros de maior potência e cilindrada, razão mais do que suficiente para notar a primeira particularidade: país pobre, mas com carros riquíssimos. Morada para decorar... Didlaukio g.57... local da residência. Um edifício de doze andares, tijolo vermelho; impressionante porque não estávamos à espera. Um administrador que não fala inglês, um porteiro que não fala inglês e apenas uma ou outra palavra em alemão; eis a perspectiva dos nossos próximos cinco meses. Quanto à residência... Surge a questão: descrição realista ou boazinha das condições da residência? Fica em aberta a resposta... Apenas sabendo que nessa noite, num colchão duvidoso, tive a primeira noite de sonho contigo, saudades transmitidas durante algumas horas, transportado por momentos para o teu lado
Dia seguinte, 24 de Agosto, primeira viagem pela cidade de carro. Cidade de média dimensão, parece maior que Lisboa(não a metropolitana, mesmo Lisboa, Lisboa), não tanto movimento de carro; mas carros de maior potência e cilindrada, razão mais do que suficiente para notar a primeira particularidade: país pobre, mas com carros riquíssimos. Morada para decorar... Didlaukio g.57... local da residência. Um edifício de doze andares, tijolo vermelho; impressionante porque não estávamos à espera. Um administrador que não fala inglês, um porteiro que não fala inglês e apenas uma ou outra palavra em alemão; eis a perspectiva dos nossos próximos cinco meses. Quanto à residência... Surge a questão: descrição realista ou boazinha das condições da residência? Fica em aberta a resposta... Apenas sabendo que nessa noite, num colchão duvidoso, tive a primeira noite de sonho contigo, saudades transmitidas durante algumas horas, transportado por momentos para o teu lado
Subscrever:
Mensagens (Atom)